Entrevista: M. Pattal

VOCÊ É MUITO ESPECIAL!
Hoje trago a vocês um post diferente aqui no Blog das Tatianices! Entrevistei o autor parceiro M. Pattal e aqui estão as respostas dele. Se houver algo em itálico após as respostas do autor, são comentários meus, combinado? Vamos nessa!
1. Desde quando você escreve?
Desde 2013; foi quando terminei meu primeiro livro, de auto-ajuda. Ainda não foi publicado.
2. Qual a melhor parte de ser escritor? E a pior?
A melhor parte é quando um leitor curte a sua obra e te dá um feedback positivo sobre a leitura. Alguns até me emocionam. A pior? Hum… Acredito que é o fato de os brasileiros lerem pouco, e o preconceito com autores nacionais. As coisas estão mudando, mas ainda devagar.
(vocês lembram que eu comentei sobre isso no post Papo Sério?)
3. O que significa ser um escritor no Brasil?
Vida de perseverança. Significa acreditar, mesmo diante das dificuldades. Entre elas: a crise no mercado literário, o preconceito que citei anteriormente, a enorme concorrência para que seu original seja aceito, etc. Por outro lado, existe algo especial: conseguimos ter contato com nossos leitores, um privilégio que o autor estrangeiro não tem em relação ao nosso país, ou que não costuma acontecer com tanta frequência.
4. Quais foram suas inspirações para escrever Adelphos?
Uma das minhas maiores inspirações foi, sem dúvidas, As Crônicas de Nárnia. Mas há também algumas referências a outras Fantasias ou Distopias, tais como: Game of Thrones (as insígnias das 12 Terras de Oykos), Harry Potter (as roupas e os brasões de Adelphia), Jogos Vorazes (os Jogos da Liberdade) e Divergente (a divisão dos Adelphos em Ministérios). Embora haja todas essas referências no livro, considero Adelphos uma estória bem original. Não foi fácil criar o mundo de Oykos com suas peculiaridades.
(Eu sabia que tinha um dedinho de Jogos Vorazes nessa! Mas caramba, haja inspiração! E concordo que, mesmo com essas referências, trata-se de uma história única. Eu amei!)
5. Existe alguma previsão de continuação para Adelphos?
Infelizmente não. Acabei me mudando de Estado e ainda estou me adaptando a essa nova realidade. Houve ainda outros percalços na minha vida pessoal que frearam as sequências de Adelphos (concebido originalmente para ser uma trilogia). No entanto, sei que preciso levar Enzo, Mila e Dan de volta a Oykos, o quanto antes. É o que eles sussurram sempre em meus ouvidos. Uma hora vai acontecer.
(Obrigada Enzo, Mila e Dan por não largarem o M.Pattal. Continuem assim!)
6. Como você chegou à PenDragon?
Um colega escritor publicou uma foto exibindo o contrato com a editora. Então, entrei em contato com ele e recebi boas referências. Decidi enviar meu original e foi aceito. Posso afirmar que a Pendragon é uma editora diferenciada no trato com seus autores. Estou muito satisfeito de tê-la como minha casa de letras.
7. Quando Adelphos foi publicado, quais eram suas expectativas (com relação à recepção do livro, sucesso das vendas, etc)?
Como citei anteriormente, a criação do mundo de Oykos foi muito trabalhosa e exigiu muito tempo e reflexão. Precisei criar uma planilha com as 12 Terras e suas características, como povo, vestimenta, defesa, comércio, e até geografia e clima local. A expectativa era a melhor possível, mas acabei me frustrando um pouco porque minha atenção voltou-se para a quantidade de livros vendidos. Estava me esquecendo de prestar atenção no que os leitores diziam sobre a qualidade do livro. Numa estimativa bem conservadora, acredito que 85% das pessoas elogiam a obra. Então, baseado nisso, hoje posso dizer que Adelphos é um sucesso.
(Concordo!!!)
8. Que conselhos você daria para um escritor iniciante?
Primeiramente, escrever sobre assuntos que gosta. O autor estará diariamente em contato com a obra e, se a escrita não lhe der prazer, é quase certo que o trabalho não ficará bom. Também é importante ter domínio sobre o que se escreve. Não um domínio total, lógico, mas o autor precisa fazer muita pesquisa antes de se sentar na frente de um computador e começar a escrever. A insegurança pode trazer-lhe problemas durante o processo. Por fim, o autor iniciante precisa participar de todos os eventos literários que puder e trabalhar muito a divulgação de sua obra nas redes sociais, inclusive com impulsionamentos.
9. Você gostaria de dar algum recado para os seus leitores?
Vocês são minha maior motivação para continuar escrevendo. O retorno que vocês me dão me encoraja a prosseguir. Tenham certeza que sempre darei o meu melhor para levar até vocês estórias que toquem os seus corações. Obrigado pelo carinho e por acreditarem no meu trabalho.
E aqui termina a entrevista! Vocês gostaram? Eu fiquei encantada com as respostas e quero poder continuar acompanhando o trabalho desse autor. Quem ainda não conferiu Adelphos, não sabe o que está perdendo!!!

Um comentário em “Entrevista: M. Pattal

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