Resumão — Junho de 2020

Eita mês difícil, sô! Por aqui, ao invés de pular fogueira nesse estranho mês de junho, quase pulei algumas postagens, mas respirei fundo, sentei e escrevi. Sigo em isolamento social, mas aproveitei o atípico calor junino que fez durante boa parte dos dias.

As resenhas do mês foram:

Mas, além das resenhas, esse mês dei início a uma nova seção literária por aqui: o diário de leitura. E após o post introdutivo, escrevi contar histórias salva vidas?, a curiosidade matou o gato? e quantas coisas podemos aprender?. Pois é, percebam que esse livro está me deixando em parafuso!

Para não perder o costume, também fiz um post sobre dados da pesquisa (para a seção em que eu explico um pouco como funciona um mestrado), trouxe citações de A casa de vidro, publiquei uma tradução — infelizmente, sobre a morte do escritor Carlos Ruiz Zafón — e falei um pouquinho sobre a música Notícias do Brasil (Milton Nascimento).

Minhas leituras foram basicamente os livros que resenhei ao longo do mês, além, claro de “As mil e uma noites” (leitura ainda em curso). E, no momento, estou lendo também “O alquimista prodígio”, do autor nacional Leblon Carter.

Tatianices recomenda [26] — Forest

Stay focused, be present

Depois de um tempinho sem postar nada nessa seção, hoje eu resolvi falar sobre um aplicativo que eu sempre acho que todo mundo conhece, mas percebi que não é bem assim. E trata-se de um aplicativo que pode ser muito útil nesses tempos de quarentena e home office. Então, sem mais delongas, apresento a vocês o Forest.

Trata-se de um aplicativo que te “impede” de mexer no celular durante o tempo que você escolher (entre 10 e 120 minutos). E ele faz isso de uma maneira simples, mas lúdica (ok, não sei se esse é o melhor adjetivo a se usar aqui).

A ideia é a seguinte: você tem de plantar uma árvore. Para isso, é preciso ficar longe do celular. Se você precisar usá-lo e, portanto, sair do Forest, sua árvore morre. Pode parecer bobo, mas é muito triste ver aquela arvorezinha morta no seu jardim!

E existem diversos tipos de árvores a se plantar e elas ficam diferentes conforme o tempo que você estipula para que elas cresçam. Quando você completa seu objetivo, recebe moedas por isso e, com essas moedas, pode comprar novos “modelos” de árvores.

O slogan desse aplicativo é stay focused, be present (mantenha-se focado, seja presente), no sentido de que, se você focar para fazer as suas coisas, te sobrará mais tempo para estar com quem ama. Por isso que eu digo que ele pode ser um bom aliado nesses tempos em casa…

Tenho usado muito o Forest para fazer valer o método pomodoro, que consiste em intercalar o trabalho (ou momento produtivo) com um pouco de descanso. Algumas pessoas costumam fazer é 25 X 5, isto é, 25 minutos trabalhando e 5 descansando. No meu caso, preferi adotar o que outras pessoas fazem também: 50 X 10, ou seja, 50 minutos trabalhando e 10 descansando. Isso significa que passo 50 minutos focada e aproveito esses 10 minutos não apenas para me levantar, mas também para responder mensagens no whatsapp, conferir alguma rede social, olhar o email.

É engraçado como faz diferença! Minha mente não para quieta um minuto e muitas vezes estou trabalhando e penso “nossa, preciso conferir meu saldo”, “nossa, será que eu respondi aquela mensagem”, “ah, vou conferir rapidinho essa notificação aqui”, . Sem o Forest eu vou lá e checo tudo isso no momento em que penso, perdendo totalmente a minha concentração. Com ele não, eu penso “bom, depois eu vejo isso”, e sigo trabalhando.

Vocês já conheciam esse aplicativo ou outro semelhante? Ele te ajuda?

Resumão — Março de 2020

RESUMÃO — MARÇO 2020

E março chegou ao fim. Um mês um tanto quanto conturbado, diferente, assustador. Um mês que passou voando, mas feito terremoto. Por aqui, tentei manter a leveza e o ritmo. Tentei trazer as resenhas de sempre, na esperança de que agora, mais do que nunca, elas possam servir como dicas de leitura para essa quarentena. E claro que, além das resenhas, trouxe outros conteúdos também. Vamos conferir?

Resenhas:

No comecinho do mês eu ainda respondi uma TAG e falei sobre 3 livros que marcaram a minha vida. Depois, trouxe um post sobre créditos e disciplinas no Mestrado, outro sobre a música Drão e, por fim, um sobre o Tubaína Bar.

Com relação às leituras, em março eu li:

  • Música em contos 1 (org. Susana Silva) — Antologia
  • Petrus (Jéssica Miguel) — Conto
  • Prometo ser cruel (Larissa Oliveira) — Conto
  • A diferença invisível (Mademoiselle Caroline & Julie Dachez) — HQ

E ainda estou lendo:

  • Maldito italiano (Bianca Brito)
  • A professora de piano (Janice Y. K. Lee)
  • Os guardiões dos livros (Ana Farias Ferrari)

Confesso que o ritmo de leitura não anda tão bom. Estou lendo três livros porque, na verdade, comecei dois que não me prenderam tanto e aí fui para o terceiro, que finalmente me animou mais.

E para vocês, como foi esse mês de março?