TAG literária musical — Parceiros da autora Maya Brito

Já faz um tempinho que sou parceira literária da autora Maya Brito e outro dia ela propôs à todas as parceiras que montássemos uma TAG e assim nasceu esta que agora apresento a vocês.

Mas antes, os perfis que colaboraram com esta brincadeira são: @mayabrito.escritora, @exposta_em_um_livro, @carlaisantoro, @fernandajesusrevisora, @mari_stories_and_advice, @realidadesdeleitor, @estrela_leitura, @capitulo_20, @lendoentreamigas, @leia.bon.livros e eu, @tatianices_blog. Aproveite para conhecê-los!


A TAG que elaboramos mistura dois elementos que eu adoro: músicas e livros. Cada uma de nós escolheu uma canção e atribuiu a ela um tipo de livro para mencionarmos em nossas respostas. O resultado disso é o que você encontra aqui embaixo!

1. As long as you love me (Backstreet Boys): um personagem com um passado misterioso e sombrio que você ama

Impossível não pensar no Guto, de Irresistível Doutor (Ingrid Sousa).

2. Llévame Despacio (Paulina Goto): um livro com o romance dos sonhos

Como “romance dos sonhos” não significa um romance perfeito — já que isso não existe — escolho O irlandês (Tayana Alvez).

3. Várias queixas (Gilsons): um personagem que por mais que seja chato, você não consegue deixar de amar

A Lara, de Sandália Virada (H. L. Amaral) não é exatamente chata, mas talvez um pouco mimada e exagerada. Ainda assim, um amor de garotinha, que a gente só quer proteger!

4. Just a kiss (Lady Antebellum): um personagem que você gostaria de dar um beijo ao luar

Que personagem que nada, gostaria de dar um beijo ao luar no meu namorado mesmo! Hahahahaha (mas sério, não consigo pensar em nenhum personagem).

5. A Thousand Years (Christina Perri): um livro que você leria por mil anos

O livro Comédias para se ler na escola (Luis Fernando Veríssimo), que sempre me faz rir e pensar.

6. Me espera (Tiago Iorc e Sandy): aquele livro que você espera ansiosamente a continuação

Tô aqui só no aguardo da continuação de O despertar da profecia, viu, dona Ingrid Sousa??

7. Era uma vez (Kell Smith): um livro que te marcou na infância

sempre cito esse: A princesinha (Frances Hodgson Burnett).

8. My heart will go on (Céline Dion): um livro que está eternamente no seu coração

Um livro que li para a escola e que adoro até hoje: Cuidado, garoto apaixonado (Toni Brandão).

9. Home (Gabrielle Aplin): um livro que faz você se sentir em casa

Os livros da Pipi Meialonga (Astrid Lindgren), apesar de fazer anos que não os leio.

10. Scarborough Fair (Aurora): um livro que te fez ir a outro mundo

Os livros do Ciclo da Herança (Christopher Paolini).

11. Aquarela do Brasil (Ary Barroso): aquele livro nacional inesquecível

Maldade citar apenas um aqui (detalhe que fui eu quem sugeriu essa)! Mas vou de O demônio no campanário (Michelle Pereira).


E as suas respostas, quais seriam? Sinta-se livre para participar também!

Ah, e os títulos mencionados nesta TAG e que se encontram em vermelho são livros já resenhados aqui no Blog.

TAG: minha vida em livros

Os últimos dias têm sido um pouco corridos, porque tirei sexta e sábado para dar uma leve relaxada e aproveitar o aniversário do meu irmão dando a atenção merecida a ele. A verdade é que, infelizmente, sem poder sair de casa e sem saber dizer “não”, eu vou pegando trabalhos e mais trabalhos e passo de domingo a domingo em frente ao computador. Ao menos me desconectei um pouquinho nos dias mencionados.

Mas hoje não estou aqui para me queixar e nem nada do tipo. Muito pelo contrários, aliás: escolhi fazer um post mais rapidinho e leve, para trazer um pouco da diversão que merecemos, né?

Ano passado a Isa, do blog Percursos Literários, respondeu à TAG Minha vida em livros e a deixei eu meu horizonte para responder um dia. Agora, quase um ano depois, aqui estou eu! Vamos lá?

1. Encontre na sua estante um livro com a inicial do seu nome:

Eu adoro esse tipo de “desafio”, porque pode parecer difícil encontrar um livro que comece com “T”, mas tenho a sorte de conhecer uma obra nacional incrível de nome Trago seu amor em 3 dias, da Mel Geve (ou seja, sim, a resposta já estava na ponta da língua).

2. Vá contando a sua idade pelos livros da sua estante: qual livro está no número da sua idade?

Gostei dessa. Acabei de contar e parei em Pinocchio, do Carlo Colodi (um dos meus livros em italiano!).

3. Um livro que seja ambientado na cidade/estado/país onde você mora:

Felizmente, tenho lido muitos livros nacionais e, melhor ainda: que efetivamente se passam em terras brasileiras. Mas, vou citar aqui um livro que até comentei na resenha sobre isso: Como não acabar com seu ídolo, da Fátima Aparecida Silva.

4. Um livro que se passe num lugar que você adoraria conhecer:

Nossa, agora fui pega! Bom, talvez seja um pouco inesperado (porque pode ser que você esteja esperando que eu responda algum outro país), mas tenho vontade de conhecer o Rio Grande do Sul. Contudo, não me lembro de nenhum livro que eu já tenha lido e que se passe lá. Para não deixar passar em branco, porém, tem o conto “Não importa a forma que a gente exista”, da Grazi Ruzzante, disponível na antologia Loucuras de Verão. Uma história curtinha, mas que se passa lá!

5. Um livro que tenha sua cor favorita na capa:

Essa é fácil e uma grande alegria para mim: a antologia que organizei, Um amor para chamar de meu, com tons incríveis de lilás, minha cor preferida.

6. De qual livro você tem boas lembranças

Nossa, de muitos! E os que me passaram pela cabeça, as lembranças não são só pelo livro em si, mas geralmente por alguma história a mais, como quem me deu de presente e porque. Para citar algo, tem os livros A lógica inexplicável da minha vida e Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo, do Benjamin Alire Sáenz, autor que conheci através do meu melhor amigo.

E a sua vida em livros, como seria? Fiquei curiosa para saber!

TAG: material escolar

Faz muito tempo que não respondo uma TAG por aqui! E olha que não é por falta de opção não.

TAG’s podem parecer algo bobinho, mas sempre me surpreendo com o fato de que as pessoas costumam interagir com esse tipo de post. Fora que eu me divirto respondendo e relembrando leituras.

E a TAG de hoje eu vi no IG @aterradoslivros, que inclusive indico para que vocês conheçam! E, sem mais delongas, vamos às respostas, claro!

Mochila: um livro que você guarda na memória, embora tenha lido há algum tempo

Menino de ouro, da Abigail Tarttelin. Aprendi demais com essa história e sinto que ela é mais desconhecida do que deveria. Fiz essa leitura em 2015.

Borracha: um livro que você queria apagar da memória

⁣Há quem ame, há quem odeie, mas, certamente, Uma casa no fundo de um lago, do Josh Malerman. Até hoje me pergunto porque li esse livro.

Agenda: último livro lido, leitura atual e próxima leitura
Corretivo: um livro que você mudaria alguma coisa

Vou me abster de responder essa, porque se fosse para mudar algo, eu que escrevesse o livro, né?

Lápis de cor: um livro com capa colorida

O mais lindo de todos: A lógica inexplicável da minha vida (Benjamin Alire Sáenz).

Régua: um livro com muitas páginas

⁣Claro que a minha mais longa leitura de 2020: As mil e uma noites (Antoine Galland) [cada volume, na edição que li, tem 500 e poucas páginas].

Pincel: uma capa que é uma obra de arte ou um livro com ilustrações lindas

A minha capa preferida da vida é a de Um amor para chamar de meu, né? (espero que dispense apresentações…).

Dicionário: autora/autora com excelente qualidade narrativa

Nossa, vocês podiam facilitar, né? Tanto autor que eu leria até a lista de compras! Tipo a Tayana Alvez, a Marie Pessoa, a Ingrid Sousa, a Michelle Pereira, a Maya Brito…

Uniforme: livros com histórias ou capas parecidas

Eu sou péssima nessa coisa de relacionar um livro com outro, mas recentemente isso me aconteceu: Alameda do Carvalho (Ninna Vicari) e O irlandês (Tayana Alvez) têm uma premissa bem parecida, mas características únicas em seus desenvolvimentos. De qualquer forma, é difícil não relacionar uma história com a outra.

E qual seria o seu material escolar feito de livros? Vou adorar conhecer as suas respostas.

Resultado do meu desafio pessoal de leituras

Em 6 de janeiro deste ano de 2020 eu fiz um post intitulado “12 livros para 2020“, no qual propunha um “desafio” para mim mesma. Uma coisa boba, que nunca fiz e resolvi experimentar este ano.

Uso o adjetivo “boba” porque não foi feito com grandes reflexões. Escolhi 12 categorias de livros para ler. A ideia era que, a cada mês, eu encaixasse, entre outras leituras, um livro de uma das categorias escolhidas.

Antes de contar como foi essa experiência, gostaria de contar um fato engraçado que ocorreu: quando divulguei essa proposta no instagram do blog, recebi um comentário do tipo “Sério, só em 2019 eu li 25 livros”.

Achei esse comentário curioso porque a minha proposta não era exatamente sobre quantidade, mas sobre diversificar (e, no post em questão, eu ainda mencionava que também era para desencalhar livros, apesar de, no final das contas, eu ter lido livros que chegaram a mim esse ano).

Outra coisa que eu ainda gostaria de dizer é: eu definitivamente não sirvo para isso. Ao estabelecer 12 livros para 2020, entendi porque nunca fiz isso antes. Mesmo que fosse uma coisa para mim, senti uma certa pressão, uma certa obrigatoriedade de, a cada mês ler um livro específico. E é curioso, porque eu não determinei que categoria deveria ser cumprida a cada mês, então foi algo bem flexível. E, ainda assim, gerou uma certa preocupação em mim. Vai entender, né?

Então, ao mesmo tempo que foi bacana, é uma experiência que, provavelmente, não vou repetir tão cedo. Além disso, como eu disse antes, foi algo meio “bobo” porque, no final das contas, eu percebi que eu não estava fazendo algo realmente extraordinário. Algumas das categorias que estabeleci, eu facilmente leria de qualquer forma, ainda que esta simplesmente fosse uma proposta de não deixar certas coisas de lado ou de garantir que haveria ao menos uma leitura de determinada coisa.

Em janeiro, por exemplo, escolhi ler uma biografia ou livro de não ficção. Não é como se eu nunca fizesse isso, entende? E a leitura de janeiro não foi a única que se encaixaria neste quesito. De qualquer forma, para esta categoria, escolhi Livre para voar, escrito por Ziauddin Yousafzai, pai da Malala.

Para fevereiro, a escolha foi um livro sobre algum transtorno/doença psicológica. Ainda bem que escolhi esse tema já em fevereiro, né? E, como é o mês do meu aniversário, ganhei um livro que queria muito ler e que se encaixava direitinho nessa categoria, furando, portanto, toda a fila de livros não lidos. A obra em questão foi Céu sem estrelas, da Iris Figueiredo.

Em março escolhi uma categoria que, para mim, era um pouco mais difícil (isto é, algo que eu talvez realmente não fosse ler se não tivesse colocado neste desafio) e que contei com a ajuda do meu namorado para cumprir: ler uma HQ ou um mangá. E a obra que entrou aqui foi uma das minhas melhores leituras de 2020: A diferença invisível, da Madmoiselle Caroline e da Julie Dachez.

Uma das categorias da minha lista incluía um gênero que leio, mas geralmente quando chega às minhas mãos um livro do tipo, isto é, não é algo que, por livre e espontânea vontade eu procure: fantasia. E foi então que, em abril, li Os guardiões dos livros, da Ana Ferrari, outro livro que amei conhecer.

No mês seguinte, segui na categoria de gêneros que leio, mas principalmente quando o livro chega até mim. E, dessa vez, o gênero foi poesia. Em maio, portanto, li A princesa salva a si mesma neste livro, da Amanda Lovelace (e também li A bruxa não vai para a fogueira neste livro).

Junho foi a vez de ler um livro com um protagonista LGBTQ+ e, por isso, escolhi Não inclui manual de instruções, da T. S. Rodriguez. Gostei do fato que este livro também fala sobre autismo (que, aliás, é outro tema sobre o qual amo ler).

Em julho eu escolhi um livro escrito por uma pessoa negra. E o melhor, a escolha incluía uma protagonista negra também. E para melhorar ainda mais: conheci uma autora brasileira que me cativou com sua escrita e que, em breve, vocês verão de novo por aqui. Por enquanto, estou falando de Eu quero mais, da Tayana Alvez.

Em agosto, graças até ao incentivo de uma aluna minha, finalmente cumpri o desafio de ler um livro em italiano, e o escolhido foi outra obra que me encantou bastante neste ano: As pequenas virtudes (Le piccole virtù), da Natalia Ginzburg.

Uma pausa aqui para uma pequena reflexão: uma das categorias que eu havia separado para 2020 era um livro escrito por uma mulher. Se você prestar atenção aos títulos que mencionei de janeiro até este momento, só teve um escrito por homem! Ou seja, da mesma forma que não coloquei “ler um livro nacional”, por saber que eu faria isso, talvez eu não precisasse ter colocado “ler um livro escrito por uma mulher”, não é mesmo? De qualquer forma, considerei esta categoria em setembro, com a leitura de Giselle, da Thais Rocha, outro livro que simplesmente amei.

Depois de setembro, porém, tudo virou uma enorme bagunça (ao menos no quesito do meu desafio pessoal). O que acontece é que, em outubro, para cumprir a categoria “um livro sobre ou que se passe no período do Holocausto“, escolhi ler A bibliotecária de Auschwitz. Mas este livro é um pouco grande (e ok, o tema um pouco pesado) e tive de pausar a leitura, que só veio a ser concluída em dezembro (e a resenha vai ficar para janeiro).

Por outro lado, em novembro, concluí a leitura de As mil e uma noites, que comecei a ler pensando, também, que o meu desafio incluía a leitura de um clássico. Quem acompanhou os meus diários de leitura viu que comecei a ler esta obra em junho deste ano e a concluí em novembro e foi uma jornada muito prazerosa, ainda que longa.

Por fim, não consegui cumprir um dos desafios que propus: ler em inglês. A verdade é que acabei empurrando para a frente essa meta, principalmente porque achei que seria pesado demais intercalar com As mil e uma noites e, no final das contas, resolvi abrir mão de uma vez.

Talvez até desse tempo de ler, agora em dezembro, algo em inglês. Mas fiquei com preguiça de encarar o livro que separei para isso e também acabei resolvendo usar o meu teste gratuito do kindle unlimited para ler/baixar alguns livros que queria muito ler e agora preciso realizá-las antes de ativar novamente o wi-fi no meu kindle…

(não sei se você conhece esse truque, mas sabe quando você assina uma daquelas promoções de 3 meses do kindle unlimited — ou como eu fiz aqui, esse teste gratuito — e chega o momento de dar adeus a ele? Separe dez títulos que você quer muito ler, pegue-os emprestado e deixe seu kindle no modo avião. Assim, você conseguirá ler esses títulos mesmo que já tenha se esgotado a sua promoção, porque eles só vão “sair” do seu kindle quando você ativar novamente o wi-fi).

Confesso que eu achei que cumpriria 100% desse meu autodesafio, mas não estou decepcionada com o meu resultado. Aliás, também estou satisfeita com minhas leituras num geral. Li um pouco menos que no ano passado, mas este ano também trabalhei muito com textos variados. E claro, o que importa sempre é a qualidade, não a quantidade.

A única coisa que quero estabelecer para 2021, e agora, de verdade, para ver se diminuo a minha lista de não lidos (apesar de que sempre chegam novos livros) é, a cada mês, ler ao menos um físico e um ebook dentre os que estão parados aqui. E fechar, no máximo, uma leitura em parceria por mês (isso sim é desafio, sou péssima para dizer não…).

E para você, como foi esse ano? Cumpriu algum desafio ou meta literário que havia estabelecido inicialmente? Já tem planos para 2021?

TAG: Lendo mulheres

TAG lendo mulheres

Hoje é feriado e nada melhor que responder uma TAG para passar o tempo, não? E olha, essa aqui é incrível! Vamos enaltecer mulheres que, além de tudo, ainda escrevem?? Vi esta TAG há muito tempo, no blog Submundo Literário e a moça que publicou disse que é do IG A menina do livro.

Primeiro livro escrito por uma mulher que você leu? [essa foi fundo, hein!]

Bom, segundo minhas anotações (iniciadas em 2005) foi Diário da princesa, da Meg Cabot.

Autora que você mais leu?

Chuto que tenha sido a Paula Pimenta, pois li “Fazendo meu filme” e “Minha vida fora de série” completos, além das releituras dela de contos de fadas e o conto presente em “Um ano inesquecível”.

Se você pudesse conhecer uma escritora, qual seria?

Eu adoraria poder conhecer todas as minhas parceiras pessoalmente! A Ingrid, a Cínthia, a Michelle, a Marie e a Juliana Lima (a Maya eu já conheço \o/)

Personagem preferida de um livro escrito por uma mulher?

Que difícil!!! Acho que isso é um pouco como responder “qual o seu livro favorito?”. Podemos pular para a próxima?

Autora que todos deveriam conhecer?

Ana Farias Ferrari e seu livro Os guardiões dos livros.

Livro escrito por uma autora brasileira que você quer ler?

A lista aqui é grande, mas vamos de Conectadas, da Clara Alves.

Clássico dos clássicos?

O sol é para todos — Harper Lee.

Duas autoras brasileiras contemporâneas que você indica?

Só duas? Michelle Pereira e Mel Geve.

Livro escrito por uma mulher que todos deveriam ler?

A arte de ler ou como resistir à adversidade (Michèle Petit).

E aí pessoal, acharam fácil? Quero ver as respostas de vocês também!

Três livros que marcaram a minha vida

Três livros que marcaram a minha vida

Esses dias, nas redes sociais da vida, me deparei duas vezes com o seguinte desafio (porque sim, eu considero isso um desafio): cite três livros que marcaram a sua vida. Em um desses posts eu resolvi comentar, porque existem ao menos dois livros que são uma resposta na ponta da língua para mim. Mas confesso que o terceiro lugar estava bem disputado…

É aquela velha história né: meu livro preferido é o livro que estou lendo no momento. Bem, não exatamente assim. Nem todos os livros que leio conquistam meu coração tão fortemente (e acho que a cada dia tenho me tornado mais e mais crítica em minhas leituras), mas se você me perguntar, hoje, qual é o meu livro preferido e mês que vem me fizer a mesma pergunta, é bem provável que minha resposta tenha mudado.

Como eu estava dizendo, porém, acabei citando os seguintes livros em um desses posts:

Para escolher cada um desses livros eu pensei que era necessário um motivo. Por isso, a escolha dos dois primeiros foi muito fácil, enquanto o terceiro me deixou um pouco em dúvida.

O diário de Anne Frank me abriu as portas para livros sobre o Holocausto, uma temática pela qual passei a me interessar. Todo ano busco ler ao menos um livro sobre o assunto e já me deparei com obras incríveis (leia-se, por exemplo, É isto um homem?)

Já Menino de Ouro é um livro que fala sobre um jovem hermafrodita. Quantas livros vocês já leram sobre esse assunto? E mais: quantas vezes vocês pararam para pensar sobre esse assunto? Sim, esse livro me fez refletir muito.

Por fim, optei por mencionar O que me faz pular, porque foi o primeiro livro sobre autismo que li. Um tema pelo qual passei a me interessar também e que sempre procuro livros. Mas essa “paixão” pelo tema me parece ter perdido um pouco de força dentro de mim ao longo dos anos. Não sei. Sinto que eu poderia ler bem mais e me dedicar bem mais ao assunto.

Fora que depois fiquei pensando: porque não citar As boas mulheres da China (Xinram), que é um livro profundo, triste, real e que me ensinou demais também? Ou então Eu sou Malala (Malala Youssafzai), que me permitiu conhecer essa jovem tão especial?

A verdade é que existem tantos livros que marcaram (e ainda marcarão) minha vida, que fica difícil citar somente três. Mas e você, conseguiria dizer quais são os três livros que marcaram a sua vida (até o momento)?

TAG: Direitos do Leitor

TAG_ DIREITOS DO LEITOR

Deu saudades de responder uma TAG por aqui, e resolvi fazer essa, que me remete ao livro do Daniel Pennac, Como um romance, um livro que eu recomendo muito e que fala justamente sobre o ato de ler (e como incutir esse hábito em seus alunos) e sobre os “direitos” do leitor! Antes das respostas, porém, queria dizer que eu vi essa TAG lá no Fantástica Ficção, da Jessica Rabelo.

  • O direito de não ler: um livro que você não quer ler nem que te paguem

Acredito que “50 tons de cinza“. Responder essa pergunta certamente requer certa dose de preconceito, mas eu acredito que se eu sempre tivesse a escolha entre esse livro e outro, escolheria o outro.

  • O direito de pular páginas: um livro que você leu… só o que interessava

Momento confissão: no livro “O mundo de Sofia” eu pulei algumas das páginas sobre filosofia para ir logo para as páginas com a história da menina… Mas foram só algumas paginas!

  • O direito de não terminar um livro: um livro que você começou algumas vezes antes de ler inteiro

Acreditem ou não, “Harry Potter“. Tentei começar a ler quando era nova demais e as palavras eram extramente difíceis para mim.

  • O direito de reler: um livro que você salvaria no fim do mundo, para reler pela eternidade

Considerando a quantidade de vezes que já reli esse livro, acredito que “A Princesinha“.

  • O direito de ler qualquer coisa: o livro mais improvável que você já leu e gostou, e que algumas pessoas talvez duvidem que você leu

Não sei… Talvez o livro “Piadas nerds“??

  • O direito ao bovarismo: um livro que parecia ótimo! Mas que o tempo passou… e você pensou a respeito.

Vou citar aqui “O jardim secreto“, mas a verdade é: eu tinha altas expectativas sobre esse livro. Eu havia visto o filme em minha infância e me lembro de ter adorado, porém… Fiquei bem decepcionada com o livro, foi uma leitura muito arrastada.

  • O direito de ler em qualquer lugar: o lugar mais estranho/improvável em que você já leu um livro

Acho que na “cadeira do castigo”, na cozinha. Não era verdadeiramente uma cadeira do castigo, mas, na época, meu quarto estava em reforma e eu passava mais tempo em outros cômodos da casa. Quando estavam vendo televisão na sala, eu sentava em uma cadeira na cozinha para ler e aí parecia que eu estava de castigo ali.

  • O direito de ler uma frase aqui e outra ali: um livro que te alimenta com pequenas doses diárias

Confesso que não sei responder essa… Mas quando pego livros de contos ou de poesia para ler, acabo lendo em “doses homeopáticas”.

  • O direito de ler em voz alta: um livro que você precisou ler em voz alta

Não foi um livro, mas um conto: “Desenredo“, de Guimarães Rosa.

  • O direito de calar: um livro que te deixou sem palavras, porque era muito bom… ou muito ruim

Eu poderia citar tantos aqui que prefiro não citar nenhum…  E estou falando de livros bons mesmo!

 

TAG: Livros encalhados na estante

TAG_ Encalhados na estante

Se tem uma coisa que não faço há muito tempo por aqui é responder uma TAG! E ano passado eu vi uma no Blog Café e Bons Livros que achei bem legal e guardei para responder algum dia. Pois eis aqui a TAG e minhas respostas!

Mas antes… Por que eu guardei justo essa TAG para responder? Bem, segundo meu Skoob, tenho cerca de 115 livros (entre físicos e ebooks) que ainda não foram lidos… E o pior de tudo é que não dá para dizer que essa lista vai diminuir, porque sempre entra mais um…

1 – Um livro que está parado na estante há mais de um ano

Confesso que são muitos (mas comecei o processo de desencalhar já! ou não…), mas vou citar aqui As mil e uma noites

2 – Um lançamento muito aguardado que acabou ficando para trás

Eu ouvi muito falar do livro Cadeados: o amor é a chave, estou mega curiosa para ler, mas até agora, só enrolei!

3 – Uma conclusão ou continuação de série que ficou para depois

Com certeza Vocação para o mal, que quero muito ler também!

4 – Um autor que você ama, mas está com um livro encalhado

Bom, dos livros que tenho encalhados aqui, acho que não tem nenhum que se encaixa nessa categoria, mas eu provavelmente ainda vou me apaixonar por muitos autores nessa trajetória.

5 – Todo mundo já leu menos você

O morro dos ventos uivantes ou então a redoma de vidro. Esse ano leio pelo menos um deles, hein!

6 – Pagou barato e ficou abandonado

Por enquanto, todos os milhares de ebooks que baixei quando estavam gratuitos na Amazon

7 – Comprou pela capa e ficou parado na estante

Vou confessar que praticamente todos também… Sério, estou vendo meus livros parados aqui e é um mais lindo que o outro!

8 – Ganhou de presente e não leu

Um bom número também… Mas não me matem e não parem de me dar livros, ainda lerei cada um deles com muito carinho!

E vocês, como andam os livros encalhados?

 

12 livros para 2020

Doze livros para 2020

Como eu disse na minha retrospectiva, não costumo estabelecer metas, ainda mais de leitura. Mas, esse ano, resolvi me desafiar um pouco, separando 12 tipos de livros que eu gostaria de ler ao longo do ano, um para cada mês (e não necessariamente na ordem que colocarei aqui):

  1. Um livro escrito por uma mulher
  2. Uma HQ ou um mangá
  3. Um livro em inglês
  4. Um livro em italiano
  5. Um livro de fantasia
  6. Um livro clássico
  7. Uma biografia/livro de não ficção
  8. Um livro sobre o ou que se passe no período do Holocausto
  9. Um livro de um(a) escritor(a) negro
  10. Um livro de poesia
  11. Um livro sobre algum transtorno/doença psicológica
  12. Um livro com protagonistas LGBTQ+

Aceito sugestões para cada uma das categorias acima, ainda que algumas delas tenham sido pensadas de acordo com alguns livros que estão parados na minha estante (e esse é o verdadeiro desafio: desencalhar livros!).

Conforme eu for cumprindo as leituras, trarei a resenha para vocês e a qual categoria o livro pertence. Lembrando (a mim mesma) que cada livro só poderá eliminar uma categoria!

Alguém que me acompanhar nessa? Ou vocês também já estabeleceram seus desafios?

TAG dos 10 livros

TAG dos 10 livros

Durante o final de janeiro e o começo de fevereiro, participei daquela TAG que rolou no Facebook dos 10 livros que marcaram minha trajetória como leitora. A ideia era a seguinte: durante dez dias eu deveria publicar a capa de um livro que me marcou, sem dar explicações sobre a escolha. Tarefa duplamente difícil: escolher APENAS 10 livros e ainda não poder justificar a escolha de cada um deles. É por isso que hoje eu venho aqui “quebrar” essas regras, apresentando a vocês os livros que fizeram parte dessa lista e justificando minhas escolhas.

O primeiro livro, como não poderia deixar de ser, foi A princesinha (Frances Hodgson Burnett), pelo “simples” fato de que devo ter lido esse livro umas 4 ou 5 vezes e porque com ele eu entendi a necessidade de contarmos histórias. Ah, e também foi nessa história que ouvi falar pela primeira vez em “Bastilha”.

O segundo livro foi Pippi Meialonga (Astrid Lindgren), que também me ensinou muito e me acompanhou durante o início dessa jornada como leitora. Foi uma obra muito marcante pra mim.

No terceiro dia eu coloquei a capa de Comédias para se ler na escola (Luís Fernando Veríssimo) porque além de ter lido esse livro mais de uma vez, já usei diversas crônicas dele para diversos trabalhos/projetos/aulas.

Depois foi a vez de Luna Clara & Apolo Onze (Adriana Falcão), livro lido mais de uma vez também. Uma obra encantadora!

Chegando na metade da TAG, o quinto livro foi O diário de Anne Frank (Anne Frank). Já falei milhares de vezes sobre esse livro aqui no blog. O que o torna tão marcante pra mim é o fato de que ele me abriu as portas para livros sobre o Holocausto, que me ensinam demais e que sempre procuro ler.

O sexto livro escolhido foi Fazendo meu Filme (Paula Pimenta), porque além de ter amado a leitura, foi a partir daí que pensei em ter um blog (no caso o meu primeiro blog, que depois excluí).

Em seguida foi a vez de Gol (Luigi Garlando), uma série infanto-juvenil italiana que amei ler. Uma leitura leve, que fala sobre amizade, que me deu vontade de jogar futebol e que me fez praticar o italiano que estava enferrujado.

O oitavo livro foi Quincas Borba (Machado de Assis), porque eu não poderia deixar de lado esse escritor e porque eu sempre acho que Quincas Borba fica meio esquecido em relação às outras obras do autor.

No nono dia eu optei por 1984 (George Orwell), a primeira distopia que me lembro de ter lido. Ou seja, outro livro que me abriu portas.

Por fim, para fechar a TAG, escolhi Se questo è un uomo (Primo Levi), porque, novamente, é literatura italiana, além de falar sobre o Holocausto. Li esse livro duas vezes (porque usei em um trabalho da faculdade) e leria de novo.

E para vocês, quais são os 10 livros que marcaram suas trajetórias como leitores?