Para começar a semana, resolvi responder uma TAG que vi ano passado no blog Meow Books e que, na época, pensei que um dia poderia responder. Será que eu consigo? (sim, porque eu sempre me empolgo com TAG’s que acho criativas, mas depois nunca sei muito bem o que responder…).
Como o próprio nome já diz, a ideia é pensar em livros relacionados aos dias da semana, de acordo com as categorias elaboradas por quem criou a TAG (e, como eu disse, muito bem pensadas).
Domingo – Um livro que você não quer que termine ou não quis que terminasse
Eu costumo dizer que tem livros que os personagens me acompanham por alguns dias, mesmo depois de concluída a leitura. Isso geralmente significa que a história foi gostosa de ler, imersiva e que eu me senti amiga deles. Isso aconteceu com O demônio no campanário, da Michelle Pereira, livro que eu sempre indico para todo mundo (e se você ainda não tinha me visto indicar, aqui está a sua chance de conhecer esse livro incrível).
Segunda – Um livro que você tem preguiça de começar
Não sei se preguiça ou medo, mas já até cheguei a tentar e ainda não fui adiante, o grande clássico da literatura brasileira: Grande Serão Veredas (Guimarães Rosa). Acredito que existam momentos certos para lermos determinadas obras. Quem sabe um dia, né? Dizem que este é um livro que realmente precisa-se superar as primeiras muitas páginas. Como não ando conseguindo ler nem mesmo coisas mais leves, talvez seja melhor adiar mais um pouco essa leitura.
Terça – Um livro que você empurrou com a barriga ou leu por obrigação
Por falar em clássicos da literatura brasileira… Um livro que eu li por obrigação, empurrando com a barriga e que, por fim, não terminei de ler, foi Iracema (José de Alencar). Tive que ler ele para a escola (e, em tese, para o vestibular), mas não consegui chegar até o final não.
Quarta – Um livro que você deixou pela metade ou está lendo no momento
Quinta – O livro de quinta. Um livro que você não recomenda
Para não ser injusta, vamos de livro internacional, né? Há quem ame e quem odeie, sou desse segundo time: Uma casa no fundo de um lago (Josh Malerman). Ok, sou da opinião que odiar é uma palavra muito forte, mas essa foi uma obra que não me convenceu e que, com certeza, seria uma das últimas que eu indicaria a alguém que me pedisse sugestões de leitura.
Sexta – Um livro que você quer que chegue logo (lançamento ou compra)
Sábado – Um livro que você quis começar novamente assim que ele terminou
Geralmente eu sinto muito isso com livros de suspense/thriller, por perceber que havia coisas lá do início (que nem sempre lembro com clareza) que faziam mais sentido do que poderia parecer em um primeiro momento. Mas, de cabeça, a obra que eu consigo mencionar aqui não é desse gênero: Os doze signos de Valentina, da Ray Tavares. Foi um livro que gostei bastante e que leria de novo logo em seguida só para ter mais e mais dele comigo.
E aí, conhece alguma das obras que eu mencionei? Quais seriam os seus escolhidos?
O post de hoje é uma espécie de TAG, mas muito especial, porque ela foi criada para que também possamos indicar alguns dos blogs que seguimos e admiramos. E quem me indicou foi a Thais, do Felicisses, um blog que, se você ainda não conhece, deveria conhecer!
Regras da TAG:
Forneça o link para a postagem do prêmio original do criador Colton Beckwith RCP (esse aqui)
Responda às perguntas exclusivas
Indique 10 blogueiros. Certifique-se de que eles estão cientes de suas nomeações.
Nem o criador do prêmio do blog, nem o blogueiro podem ser indicados.
No final de 2021 todos os blogs que enviarem um ping-back da postagem original do criador serão inscritos para ganhar o prêmio 2021 Outstanding Blogger.
Perguntas da Thais e as minhas respostas:
1-Você costuma acompanhar séries? Se sim indique uma e explique o motivo da indicação.
Não costumo acompanhar séries. Mas antes da pandemia eu estava assistindo Merlí quando ia à casa do meu namorado e gostaria de terminar essa. Uma série que se passa numa escola e fala sobre educação e jovens (falando bem superficialmente, mas considere que não vejo faz mais de um ano!).
2-Qual assunto você prefere expor em seu blog? Existe alguma motivação específica?
Gosto de falar sobre livros, literatura e línguas, porque além dessas serem as minhas paixões, é também a minha formação e profissão.
3-Qual o seu streaming preferido? Pode ser de filme, séries ou até mesmo de músicas/rádios/podcasts.
Como eu disse antes, não costumo acompanhar séries. Também não sou muito de ver filmes. Logo, sobrariam streamings de música… Bom, eu uso, às vezes, o Spotify, ainda assim, na versão gratuita…
4-O que costuma fazer em seu tempo livre?
Saudades tempo livre… Mas me dedico ao blog e às leituras.
5-Você consome frequentemente o YouTube? Pode indicar um canal?
Uso muito principalmente para minhas aulas, pois sempre passo algum vídeo para os alunos. Um canal que costuma fazer sucesso entre eles é o Cucina Botanica, um canal de receitas veganas em italiano.
6-Qual o seu gênero preferido de filme? Se quiser explicar o motivo e indicar um filme a gente aceita rs.
Acho que para filmes acaba sendo a mesma coisa dos livros, ou seja, gosto muito de romances (dos bobinhos mesmo), mas vejo/leio de tudo. A indicação vou ficar devendo…
7-Como produtor(a) de conteúdo o que costuma fazer para ter ideias diversificadas e não deixar a criatividade de lado?
Muito do que trago aqui tem a ver com minhas vivências e experiências, além, claro das leituras, que estão sempre se renovando. Mas, vez ou outra, também me inspiro em outros blogs e produtores de conteúdo.
Existe uma rotina de posts ou você posta quando dá/tem inspiração?
O que você mais gosta de fazer na vida?
Uma pessoa que te inspira
Um livro que você adoraria indicar para as pessoas
Que país você gostaria de conhecer?
Se pudesse ter um super poder, qual gostaria de ter?
Gostaria de agradecer a indicação da Thais e espero que vocês tenham gostado da TAG. Se alguém que não foi indicado quiser participar, vou adorar ver as respostas! Inclusive, eu adoraria indicar mais pessoas, deixei muitos Blogs que admiro de fora, mas principalmente porque são blogs nos quais este tipo de conteúdo (uma TAG) não costuma aparecer/caber.
Já faz um tempinho que sou parceira literária da autora Maya Brito e outro dia ela propôs à todas as parceiras que montássemos uma TAG e assim nasceu esta que agora apresento a vocês.
A TAG que elaboramos mistura dois elementos que eu adoro: músicas e livros. Cada uma de nós escolheu uma canção e atribuiu a ela um tipo de livro para mencionarmos em nossas respostas. O resultado disso é o que você encontra aqui embaixo!
1. As long as you love me (Backstreet Boys): um personagem com um passado misterioso e sombrio que você ama
2. Llévame Despacio (Paulina Goto): um livro com o romance dos sonhos
Como “romance dos sonhos” não significa um romance perfeito — já que isso não existe — escolho O irlandês (Tayana Alvez).
3. Várias queixas (Gilsons): um personagem que por mais que seja chato, você não consegue deixar de amar
A Lara, de Sandália Virada (H. L. Amaral) não é exatamente chata, mas talvez um pouco mimada e exagerada. Ainda assim, um amor de garotinha, que a gente só quer proteger!
4. Just a kiss (Lady Antebellum): um personagem que você gostaria de dar um beijo ao luar
Que personagem que nada, gostaria de dar um beijo ao luar no meu namorado mesmo! Hahahahaha (mas sério, não consigo pensar em nenhum personagem).
5. A Thousand Years (Christina Perri): um livro que você leria por mil anos
O livro Comédias para se ler na escola (Luis Fernando Veríssimo), que sempre me faz rir e pensar.
6. Me espera (Tiago Iorc e Sandy): aquele livro que você espera ansiosamente a continuação
Os últimos dias têm sido um pouco corridos, porque tirei sexta e sábado para dar uma leve relaxada e aproveitar o aniversário do meu irmão dando a atenção merecida a ele. A verdade é que, infelizmente, sem poder sair de casa e sem saber dizer “não”, eu vou pegando trabalhos e mais trabalhos e passo de domingo a domingo em frente ao computador. Ao menos me desconectei um pouquinho nos dias mencionados.
Mas hoje não estou aqui para me queixar e nem nada do tipo. Muito pelo contrários, aliás: escolhi fazer um post mais rapidinho e leve, para trazer um pouco da diversão que merecemos, né?
Ano passado a Isa, do blog Percursos Literários, respondeu à TAG Minha vida em livros e a deixei eu meu horizonte para responder um dia. Agora, quase um ano depois, aqui estou eu! Vamos lá?
1. Encontre na sua estante um livro com a inicial do seu nome:
Eu adoro esse tipo de “desafio”, porque pode parecer difícil encontrar um livro que comece com “T”, mas tenho a sorte de conhecer uma obra nacional incrível de nome Trago seu amor em 3 dias, da Mel Geve (ou seja, sim, a resposta já estava na ponta da língua).
2. Vá contando a sua idade pelos livros da sua estante: qual livro está no número da sua idade?
Gostei dessa. Acabei de contar e parei em Pinocchio, do Carlo Colodi (um dos meus livros em italiano!).
3. Um livro que seja ambientado na cidade/estado/país onde você mora:
Felizmente, tenho lido muitos livros nacionais e, melhor ainda: que efetivamente se passam em terras brasileiras. Mas, vou citar aqui um livro que até comentei na resenha sobre isso: Como não acabar com seu ídolo, da Fátima Aparecida Silva.
4. Um livro que se passe num lugar que você adoraria conhecer:
Nossa, agora fui pega! Bom, talvez seja um pouco inesperado (porque pode ser que você esteja esperando que eu responda algum outro país), mas tenho vontade de conhecer o Rio Grande do Sul. Contudo, não me lembro de nenhum livro que eu já tenha lido e que se passe lá. Para não deixar passar em branco, porém, tem o conto “Não importa a forma que a gente exista”, da Grazi Ruzzante, disponível na antologia Loucuras de Verão. Uma história curtinha, mas que se passa lá!
5. Um livro que tenha sua cor favorita na capa:
Essa é fácil e uma grande alegria para mim: a antologia que organizei, Um amor para chamar de meu, com tons incríveis de lilás, minha cor preferida.
6. De qual livro você tem boas lembranças
Nossa, de muitos! E os que me passaram pela cabeça, as lembranças não são só pelo livro em si, mas geralmente por alguma história a mais, como quem me deu de presente e porque. Para citar algo, tem os livros A lógica inexplicável da minha vida e Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo, do Benjamin Alire Sáenz, autor que conheci através do meu melhor amigo.
E a sua vida em livros, como seria? Fiquei curiosa para saber!
Faz muito tempo que não respondo uma TAG por aqui! E olha que não é por falta de opção não.
TAG’s podem parecer algo bobinho, mas sempre me surpreendo com o fato de que as pessoas costumam interagir com esse tipo de post. Fora que eu me divirto respondendo e relembrando leituras.
E a TAG de hoje eu vi no IG @aterradoslivros, que inclusive indico para que vocês conheçam! E, sem mais delongas, vamos às respostas, claro!
Mochila: um livro que você guarda na memória, embora tenha lido há algum tempo
Menino de ouro, da Abigail Tarttelin. Aprendi demais com essa história e sinto que ela é mais desconhecida do que deveria. Fiz essa leitura em 2015.
Borracha: um livro que você queria apagar da memória
Há quem ame, há quem odeie, mas, certamente, Uma casa no fundo de um lago, do Josh Malerman. Até hoje me pergunto porque li esse livro.
Agenda: último livro lido, leitura atual e próxima leitura
Claro que a minha mais longa leitura de 2020: As mil e uma noites (Antoine Galland) [cada volume, na edição que li, tem 500 e poucas páginas].
Pincel:uma capa que é uma obra de arte ou um livro com ilustrações lindas
A minha capa preferida da vida é a de Um amor para chamar de meu, né? (espero que dispense apresentações…).
Dicionário: autora/autora com excelente qualidade narrativa
Nossa, vocês podiam facilitar, né? Tanto autor que eu leria até a lista de compras! Tipo a Tayana Alvez, a Marie Pessoa, a Ingrid Sousa, a Michelle Pereira, a Maya Brito…
Uniforme: livros com histórias ou capas parecidas
Eu sou péssima nessa coisa de relacionar um livro com outro, mas recentemente isso me aconteceu: Alameda do Carvalho (Ninna Vicari) e O irlandês (Tayana Alvez) têm uma premissa bem parecida, mas características únicas em seus desenvolvimentos. De qualquer forma, é difícil não relacionar uma história com a outra.
E qual seria o seu material escolar feito de livros? Vou adorar conhecer as suas respostas.
Em 6 de janeiro deste ano de 2020 eu fiz um post intitulado “12 livros para 2020“, no qual propunha um “desafio” para mim mesma. Uma coisa boba, que nunca fiz e resolvi experimentar este ano.
Uso o adjetivo “boba” porque não foi feito com grandes reflexões. Escolhi 12 categorias de livros para ler. A ideia era que, a cada mês, eu encaixasse, entre outras leituras, um livro de uma das categorias escolhidas.
Antes de contar como foi essa experiência, gostaria de contar um fato engraçado que ocorreu: quando divulguei essa proposta no instagram do blog, recebi um comentário do tipo “Sério, só em 2019 eu li 25 livros”.
Achei esse comentário curioso porque a minha proposta não era exatamente sobre quantidade, mas sobre diversificar (e, no post em questão, eu ainda mencionava que também era para desencalhar livros, apesar de, no final das contas, eu ter lido livros que chegaram a mim esse ano).
Outra coisa que eu ainda gostaria de dizer é: eu definitivamente não sirvo para isso. Ao estabelecer 12 livros para 2020, entendi porque nunca fiz isso antes. Mesmo que fosse uma coisa para mim, senti uma certa pressão, uma certa obrigatoriedade de, a cada mês ler um livro específico. E é curioso, porque eu não determinei que categoria deveria ser cumprida a cada mês, então foi algo bem flexível. E, ainda assim, gerou uma certa preocupação em mim. Vai entender, né?
Então, ao mesmo tempo que foi bacana, é uma experiência que, provavelmente, não vou repetir tão cedo. Além disso, como eu disse antes, foi algo meio “bobo” porque, no final das contas, eu percebi que eu não estava fazendo algo realmente extraordinário. Algumas das categorias que estabeleci, eu facilmente leria de qualquer forma, ainda que esta simplesmente fosse uma proposta de não deixar certas coisas de lado ou de garantir que haveria ao menos uma leitura de determinada coisa.
Em janeiro, por exemplo, escolhi ler uma biografia ou livro de não ficção. Não é como se eu nunca fizesse isso, entende? E a leitura de janeiro não foi a única que se encaixaria neste quesito. De qualquer forma, para esta categoria, escolhi Livre para voar, escrito por Ziauddin Yousafzai, pai da Malala.
Para fevereiro, a escolha foi um livro sobre algum transtorno/doença psicológica. Ainda bem que escolhi esse tema já em fevereiro, né? E, como é o mês do meu aniversário, ganhei um livro que queria muito ler e que se encaixava direitinho nessa categoria, furando, portanto, toda a fila de livros não lidos. A obra em questão foi Céu sem estrelas, da Iris Figueiredo.
Em março escolhi uma categoria que, para mim, era um pouco mais difícil (isto é, algo que eu talvez realmente não fosse ler se não tivesse colocado neste desafio) e que contei com a ajuda do meu namorado para cumprir: ler uma HQ ou um mangá. E a obra que entrou aqui foi uma das minhas melhores leituras de 2020: A diferença invisível, da Madmoiselle Caroline e da Julie Dachez.
Uma das categorias da minha lista incluía um gênero que leio, mas geralmente quando chega às minhas mãos um livro do tipo, isto é, não é algo que, por livre e espontânea vontade eu procure: fantasia. E foi então que, em abril, li Os guardiões dos livros, da Ana Ferrari, outro livro que amei conhecer.
Junho foi a vez de ler um livro com um protagonista LGBTQ+ e, por isso, escolhi Não inclui manual de instruções, da T. S. Rodriguez. Gostei do fato que este livro também fala sobre autismo (que, aliás, é outro tema sobre o qual amo ler).
Em julho eu escolhi um livro escrito por uma pessoa negra. E o melhor, a escolha incluía uma protagonista negra também. E para melhorar ainda mais: conheci uma autora brasileira que me cativou com sua escrita e que, em breve, vocês verão de novo por aqui. Por enquanto, estou falando de Eu quero mais, da Tayana Alvez.
Em agosto, graças até ao incentivo de uma aluna minha, finalmente cumpri o desafio de ler um livro em italiano, e o escolhido foi outra obra que me encantou bastante neste ano: As pequenas virtudes (Le piccole virtù), da Natalia Ginzburg.
Uma pausa aqui para uma pequena reflexão: uma das categorias que eu havia separado para 2020 era um livro escrito por uma mulher. Se você prestar atenção aos títulos que mencionei de janeiro até este momento, só teve um escrito por homem! Ou seja, da mesma forma que não coloquei “ler um livro nacional”, por saber que eu faria isso, talvez eu não precisasse ter colocado “ler um livro escrito por uma mulher”, não é mesmo? De qualquer forma, considerei esta categoria em setembro, com a leitura de Giselle, da Thais Rocha, outro livro que simplesmente amei.
Depois de setembro, porém, tudo virou uma enorme bagunça (ao menos no quesito do meu desafio pessoal). O que acontece é que, em outubro, para cumprir a categoria “um livro sobre ou que se passe no período do Holocausto“, escolhi ler A bibliotecária de Auschwitz. Mas este livro é um pouco grande (e ok, o tema um pouco pesado) e tive de pausar a leitura, que só veio a ser concluída em dezembro (e a resenha vai ficar para janeiro).
Por outro lado, em novembro, concluí a leitura de As mil e uma noites, que comecei a ler pensando, também, que o meu desafio incluía a leitura de um clássico. Quem acompanhou os meus diários de leitura viu que comecei a ler esta obra em junho deste ano e a concluí em novembro e foi uma jornada muito prazerosa, ainda que longa.
Por fim, não consegui cumprir um dos desafios que propus: ler em inglês. A verdade é que acabei empurrando para a frente essa meta, principalmente porque achei que seria pesado demais intercalar com As mil e uma noites e, no final das contas, resolvi abrir mão de uma vez.
Talvez até desse tempo de ler, agora em dezembro, algo em inglês. Mas fiquei com preguiça de encarar o livro que separei para isso e também acabei resolvendo usar o meu teste gratuito do kindle unlimitedpara ler/baixar alguns livros que queria muito ler e agora preciso realizá-las antes de ativar novamente o wi-fi no meu kindle…
(não sei se você conhece esse truque, mas sabe quando você assina uma daquelas promoções de 3 meses do kindle unlimited — ou como eu fiz aqui, esse teste gratuito — e chega o momento de dar adeus a ele? Separe dez títulos que você quer muito ler, pegue-os emprestado e deixe seu kindle no modo avião. Assim, você conseguirá ler esses títulos mesmo que já tenha se esgotado a sua promoção, porque eles só vão “sair” do seu kindle quando você ativar novamente o wi-fi).
Confesso que eu achei que cumpriria 100% desse meu autodesafio, mas não estou decepcionada com o meu resultado. Aliás, também estou satisfeita com minhas leituras num geral. Li um pouco menos que no ano passado, mas este ano também trabalhei muito com textos variados. E claro, o que importa sempre é a qualidade, não a quantidade.
A única coisa que quero estabelecer para 2021, e agora, de verdade, para ver se diminuo a minha lista de não lidos (apesar de que sempre chegam novos livros) é, a cada mês, ler ao menos um físico e um ebook dentre os que estão parados aqui. E fechar, no máximo, uma leitura em parceria por mês (isso sim é desafio, sou péssima para dizer não…).
E para você, como foi esse ano? Cumpriu algum desafio ou meta literário que havia estabelecido inicialmente? Já tem planos para 2021?
Hoje é feriado e nada melhor que responder uma TAG para passar o tempo, não? E olha, essa aqui é incrível! Vamos enaltecer mulheres que, além de tudo, ainda escrevem?? Vi esta TAG há muito tempo, no blog Submundo Literário e a moça que publicou disse que é do IG A menina do livro.
Primeiro livro escrito por uma mulher que você leu? [essa foi fundo, hein!]
Bom, segundo minhas anotações (iniciadas em 2005) foi Diário da princesa, da Meg Cabot.
Autora que você mais leu?
Chuto que tenha sido a Paula Pimenta, pois li “Fazendo meu filme” e “Minha vida fora de série” completos, além das releituras dela de contos de fadas e o conto presente em “Um ano inesquecível”.
Se você pudesse conhecer uma escritora, qual seria?
Eu adoraria poder conhecer todas as minhas parceiras pessoalmente! A Ingrid, a Cínthia, a Michelle, a Marie e a Juliana Lima (a Maya eu já conheço \o/)
Personagem preferida de um livro escrito por uma mulher?
Que difícil!!! Acho que isso é um pouco como responder “qual o seu livro favorito?”. Podemos pular para a próxima?
Esses dias, nas redes sociais da vida, me deparei duas vezes com o seguinte desafio (porque sim, eu considero isso um desafio): cite três livros que marcaram a sua vida. Em um desses posts eu resolvi comentar, porque existem ao menos dois livros que são uma resposta na ponta da língua para mim. Mas confesso que o terceiro lugar estava bem disputado…
É aquela velha história né: meu livro preferido é o livro que estou lendo no momento. Bem, não exatamente assim. Nem todos os livros que leio conquistam meu coração tão fortemente (e acho que a cada dia tenho me tornado mais e mais crítica em minhas leituras), mas se você me perguntar, hoje, qual é o meu livro preferido e mês que vem me fizer a mesma pergunta, é bem provável que minha resposta tenha mudado.
Como eu estava dizendo, porém, acabei citando os seguintes livros em um desses posts:
Para escolher cada um desses livros eu pensei que era necessário um motivo. Por isso, a escolha dos dois primeiros foi muito fácil, enquanto o terceiro me deixou um pouco em dúvida.
O diário de Anne Frank me abriu as portas para livros sobre o Holocausto, uma temática pela qual passei a me interessar. Todo ano busco ler ao menos um livro sobre o assunto e já me deparei com obras incríveis (leia-se, por exemplo, É isto um homem?)
Já Menino de Ouro é um livro que fala sobre um jovem hermafrodita. Quantas livros vocês já leram sobre esse assunto? E mais: quantas vezes vocês pararam para pensar sobre esse assunto? Sim, esse livro me fez refletir muito.
Por fim, optei por mencionar O que me faz pular, porque foi o primeiro livro sobre autismo que li. Um tema pelo qual passei a me interessar também e que sempre procuro livros. Mas essa “paixão” pelo tema me parece ter perdido um pouco de força dentro de mim ao longo dos anos. Não sei. Sinto que eu poderia ler bem mais e me dedicar bem mais ao assunto.
Fora que depois fiquei pensando: porque não citar As boas mulheres da China (Xinram), que é um livro profundo, triste, real e que me ensinou demais também? Ou então Eu sou Malala (Malala Youssafzai), que me permitiu conhecer essa jovem tão especial?
A verdade é que existem tantos livros que marcaram (e ainda marcarão) minha vida, que fica difícil citar somente três. Mas e você, conseguiria dizer quais são os três livros que marcaram a sua vida (até o momento)?
Deu saudades de responder uma TAG por aqui, e resolvi fazer essa, que me remete ao livro do Daniel Pennac, Como um romance, um livro que eu recomendo muito e que fala justamente sobre o ato de ler (e como incutir esse hábito em seus alunos) e sobre os “direitos” do leitor! Antes das respostas, porém, queria dizer que eu vi essa TAG lá no Fantástica Ficção, da Jessica Rabelo.
O direito de não ler: um livro que você não quer ler nem que te paguem
Acredito que “50 tons de cinza“. Responder essa pergunta certamente requer certa dose de preconceito, mas eu acredito que se eu sempre tivesse a escolha entre esse livro e outro, escolheria o outro.
O direito de pular páginas: um livro que você leu… só o que interessava
Momento confissão: no livro “O mundo de Sofia” eu pulei algumas das páginas sobre filosofia para ir logo para as páginas com a história da menina… Mas foram só algumas paginas!
O direito de não terminar um livro: um livro que você começou algumas vezes antes de ler inteiro
Acreditem ou não, “Harry Potter“. Tentei começar a ler quando era nova demais e as palavras eram extramente difíceis para mim.
O direito de reler: um livro que você salvaria no fim do mundo, para reler pela eternidade
Considerando a quantidade de vezes que já reli esse livro, acredito que “A Princesinha“.
O direito de ler qualquer coisa: o livro mais improvável que você já leu e gostou, e que algumas pessoas talvez duvidem que você leu
Não sei… Talvez o livro “Piadas nerds“??
O direito ao bovarismo: um livro que parecia ótimo! Mas que o tempo passou… e você pensou a respeito.
Vou citar aqui “O jardim secreto“, mas a verdade é: eu tinha altas expectativas sobre esse livro. Eu havia visto o filme em minha infância e me lembro de ter adorado, porém… Fiquei bem decepcionada com o livro, foi uma leitura muito arrastada.
O direito de ler em qualquer lugar: o lugar mais estranho/improvável em que você já leu um livro
Acho que na “cadeira do castigo”, na cozinha. Não era verdadeiramente uma cadeira do castigo, mas, na época, meu quarto estava em reforma e eu passava mais tempo em outros cômodos da casa. Quando estavam vendo televisão na sala, eu sentava em uma cadeira na cozinha para ler e aí parecia que eu estava de castigo ali.
O direito de ler uma frase aqui e outra ali: um livro que te alimenta com pequenas doses diárias
Confesso que não sei responder essa… Mas quando pego livros de contos ou de poesia para ler, acabo lendo em “doses homeopáticas”.
O direito de ler em voz alta: um livro que você precisou ler em voz alta
Não foi um livro, mas um conto: “Desenredo“, de Guimarães Rosa.
O direito de calar: um livro que te deixou sem palavras, porque era muito bom… ou muito ruim
Eu poderia citar tantos aqui que prefiro não citar nenhum… E estou falando de livros bons mesmo!
Se tem uma coisa que não faço há muito tempo por aqui é responder uma TAG! E ano passado eu vi uma no Blog Café e Bons Livros que achei bem legal e guardei para responder algum dia. Pois eis aqui a TAG e minhas respostas!
Mas antes… Por que eu guardei justo essa TAG para responder? Bem, segundo meu Skoob, tenho cerca de 115 livros (entre físicos e ebooks) que ainda não foram lidos… E o pior de tudo é que não dá para dizer que essa lista vai diminuir, porque sempre entra mais um…
1 – Um livro que está parado na estante há mais de um ano
Confesso que são muitos (mas comecei o processo de desencalhar já! ou não…), mas vou citar aqui As mil e uma noites
2 – Um lançamento muito aguardado que acabou ficando para trás
Eu ouvi muito falar do livro Cadeados: o amor é a chave, estou mega curiosa para ler, mas até agora, só enrolei!
3 – Uma conclusão ou continuação de série que ficou para depois
4 – Um autor que você ama, mas está com um livro encalhado
Bom, dos livros que tenho encalhados aqui, acho que não tem nenhum que se encaixa nessa categoria, mas eu provavelmente ainda vou me apaixonar por muitos autores nessa trajetória.