Citações #17 — Os quase completos

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Se vocês acham que a resenha de Os quase completos ficou longa, saiba que ainda deixei diversas citações de fora! O livro foi escrito por Felippe Barbosa e foi publicado em 2018, pela editora Arqueiro.

Como eu comentei em minha resenha, trata-se de um livro que fala muito sobre buscarmos nossos sonhos e nossa felicidade:

“-Bom, cada um de nós deve seguir o próprio caminho. Encontrar o próprio… País das Maravilhas”. (p.34)

E é sempre bom lembrarmos que as coisas boas da vida [alerta de clichê] nem sempre são coisas, mas podem ser pessoas! Porque é no contato humano que a gente aprende, evolui, sente:

“Há sempre pessoas em nossa vida que nos surpreendem” (p.157)

E por falar em pessoas e sentimentos, uma passagem que traz muito do que o meu namorado costuma dizer também:

“Amar alguém é demonstrar carinho, preocupação e apoio. É colocar as necessidades alheias acima das nossas” (p.244)

Como Os quase completos fala tanto sobre vida, não poderia deixar de falar sobre morte também:

“A morte é a maior certeza que nos cerca e, ao mesmo tempo, a incerteza que mais grandiosamente nos assombra” (p.199)

Mas a maior lição que fica desse livro é a de que precisamos nos conhecer e lutar contra os nossos próprios fantasmas e medos para que possamos ter uma vida saudável:

” -É engraçado descobrir que você pode ser seu pior inimigo, não é?” (p.296)

Ficou com vontade de ler esse livro? Compre na Amazon.

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Citações #16 — I pesci non chiudono gli occhi

Ao escrever minha resenha do livro I pesci non chiudono gli occhi, de Erri de Luca, acabei deixando muitas citações de lado. Vamos conferi-las agora?

“Eu acredito naquilo que vejo escrito” (p.33)

Algo escrito realmente tem muito mais força do que algo falado, no sentido de ficar gravado na mente das pessoas. Mas nem sempre tudo o que está no papel (ou nas telas) é tão verdadeiro assim…

“Aquele menino de dez anos continua até hoje inalcançável para mim. Eu posso descreve-lo, mas não o posso conhecer” (p.55)

Essa é uma citação que diz muito sobre a história, sobre o narrador, sobre o que passa(va) dentro dele. Mas também é algo que diz muito sobre nós mesmos, que nunca paramos para efetivamente refletir sobre nós.

Uma citação que eu não poderia deixar de fora, por achar a minha cara, é essa aqui:

“Amavam-se, aqueles dois, davam-se livros de presentes” (p.71)

Eu dou livro de presente mesmo, por sentir que eles são capazes de nos transformar! E claro que também amo receber livros de presente. Já comentei aqui no blog sobre alguns que dei e recebi.

“Para aqueles que têm o torto desejo de jamais ter existido, resta o cargo de fantasma” (p.72)

Sobre essa citação, fico pensando sobre pessoas que de tão tímidas preferiam ser invisíveis, já que a inexistência não é exatamente uma opção. Ou então aquelas pessoas que acham que não fazem/conseguem fazer nada que possa parecer transformador, e que acabam por sentir que vivem num eterno e silencioso anonimato, quando, na realidade elas podem fazer uma enorme diferença na vida de alguém próxima a elas.

Por fim, uma citação que para alguém que ama estudar línguas, não poderia ser deixada de lado:

“A língua é a última propriedade de quem parte para sempre, e ela não voltou mais à sua terra” (p.73)

Podemos ser imigrantes ou refugiados, mas a nossa primeira língua, aquela que aprendemos na infância, que crescemos escutando, levaremos para sempre conosco.

E por fim, para quem quiser acompanhar as citações no original, aqui estão elas:

“Io credo a quello che trovo scritto” (p.33)

“Quel bambino di dieci anni resta oggi al di fuori della mia portata. Lo posso scrivere, conoscere no” (p.55)

“Si amavano, quei due, si regalavano libri” (p.71)

“Per chi ha lo storpio impulso di non esserci mai stato, resta il mestiere di fantasma” (p.72)

“La lingua è l’ultima proprietà di chi parte per sempre e lei non tornò più nella sua terra” (p.73)

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Citações #15 — La sposa giovane

Hoje trarei a vocês apenas mais 2 citações do livro La Sposa giovane, escrito por Alessandro Baricco e publicado pela editora Universale Economica Feltrinelli em 2016. Como trata-se de um livro em italiano, vou aproveitar para colocar também o original aqui, ao final do post.

“A infelicidade rouba tempo ao prazer, e no prazer se constrói a prosperidade” (p.27).

É muito doido como, de repente, as coisas passam a fazer sentido, não é mesmo? Pensem nas pessoas que vocês conhecem e que, pelos rumos da vida, dedicam-se a uma atividade que não é aquela que elas queriam. Imagine essa mesma pessoa trabalhando no que gosta. Ela poderia até receber menos, mas estaria muito mais feliz. Muito mais satisfeita consigo mesma. E teria muito mais força para realizar tantas outras coisas em sua vida.

Essa citação aí de cima, para mim, tem muito a ver com saúde mental. E com sentir. O que nos leva à segunda citação de hoje:

“- Sentir é muito pouco, minha querida.

– Mas às vezes é tudo, senhor” (p.142)

Essa é uma passagem que, na história, tem mais a ver com a questão da intuição. Mas podemos ampliar para os sentimentos como um todo. Viver vazio de sentimento não é viver, assim como arrastar-se em uma vida infeliz.

E pensando nisso tudo, eu gostaria de dizer mais uma coisa também: lute ao lado daqueles que você ama. Ajude-os a realizar os seus sonhos, independentemente do tamanho deles. Essa é a melhor maneira de ver cada um prosperar e viver em paz. E é apenas isso que queremos para quem nos faz bem, não?

Para encerrar, como prometido, as citações originais:

“L’infelicità ruba tempo alla gioia, e nella gioia si costruisce prosperità” (p.27)

“- Sentire è un po’ poco, cara.

– Ma alle volte è tutto, signore” (p.142)

Citações #14 — As cinco pessoas que você encontra no céu

Mais algumas citações retiradas de As cinco pessoas que você encontra no céu, de Mitch Albom, publicado no Brasil pela editora Sextante, em 2018. Como comentei em minha resenha, trata-se de um livro que nos faz refletir sobre nossas vidas e sobre aquilo que fazemos enquanto vivos. E sobre isso, eis a primeira citação, a mais forte delas:

“A gente costuma pensar que o ódio é uma arma contra a pessoa que nos fez mal. Mas a lâmina do ódio é curva. E o mal que fazemos com ele, fazemos a nós mesmos” (p.135)

É a famosa lei do retorno, o “tudo que vai, volta”. Ao invés de espalharmos ódio, porque não espalhar gentileza? Já não estamos vivendo em um mundo suficientemente conturbado?

E por falar nesse mundo, para aqueles que acreditam que o paraíso só existe após a morte e somente para aqueles que viverem uma vida regrada:

“Mas o céu pode ser encontrado nos recantos mais improváveis” (p.39)

Não quero dizer, com isso, que podemos viver como bem entendermos, porque sempre encontraremos o céu. O que estou tentando mostrar é que podemos encontrar paz onde menos esperamos: numa tarde com um amigo, num abraço apertado de uma pessoa que amamos, num gesto doce e inesperado. Precisamos, porém, estarmos abertos a essas possibilidades.

Por fim, algo que certamente já te fez pensar em algum momento de sua vida e que, se não fez, deixo aqui de reflexão:

“– A justiça – disse ele – não governa a vida e a morte. Se governasse, nenhuma pessoa morreria jovem” (p.51)

Citações #13 — Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo

 

Quem quer ler mais algumas citações incríveis de Aristóteles e Dante descobrem os segredos do Universo, de Benjamin Alire Saénz? Trata-se de um livro publicado no Brasil pela editora Seguinte, em 2014. A história aborda os mais variados temas, como alguns dos mistérios da vida (algo que já fica um pouco claro pelo título do livro, não?):

“O riso era outro mistério da vida” (p.27)

“Aposto que às vezes é possível desvendar todos os mistérios do Universo na mão de uma pessoa” (p.156)

Esse trecho aí de cima é lindo, não?

Para além dos segredos da vida, esse livro fala, como pudemos perceber, sobre o amor, o maior sentimento que podemos ter. Mas também fala sobre outro sentimentos que pode ser comum a muitos de nós: a solidão:

“A solidão dos homens é maior que a das crianças” (p.95)

Sobre isso, podemos pensar muitas coisas, afinal, por que a solidão dos adultos é maior? Provavelmente porque as crianças não têm tanto medo de viver, de se machucar, de se decepcionar. E, com isso, aceitam todos aqueles que queiram estabelecer alguma relação com elas. Definitivamente, temos muito a aprender com as crianças!

Segundo este livro, poderíamos aprender também com os pássaros, algo que não posso deixar de concordar:

“Se estudássemos os pássaros, poderíamos aprender a ser livres” (p.67)

Para quem nunca leu Aristóteles e Dante, vale dizer que é uma obra que também fala sobre amizade, carinho, medos e bondade:

“Mas o Sr. Quintana era valente. Não lhe importava que o mundo inteiro soubesse de sua bondade” (p.116)

E, como não poderia deixar de ser, mais uma vez Benjamin Alire Sáenz destaca muito o poder da palavra, algo que realmente é importante ressaltar. Uma arma e tanto que temos à nossa disposição 24 horas por dia:

“As palavras ficam diferentes quando passam a morar dentro de você” (p.42)

Citações #12 — a playlist da minha vida

 

As citações de hoje são do livro A playlist da minha vida, escrito por Leila Sales e publicado no Brasil, em 2014, pela editora Globo Alt. Trago somente três passagens, mas há muitas outras na resenha que escrevi.

“Tem dias que, sabe como é, desde a hora em que acordamos até a que vamos dormir, tudo em que a gente toca se parte em mil pedacinhos” (p.85)

Quem nunca sentiu que em alguns dias tudo pareceu dar errado? São dias difíceis, tristes, solitários. Mesmo quando há alguém ao nosso lado. Alguém que está realmente fazendo de tudo para que possamos ver que não é bem assim. E mesmo nesses casos, sentimos que só estamos partindo também a pessoa em mil pedacinhos.

Às vezes o remédio é respirar fundo, ouvir uma música, dormir. É se desligar e tomar distância do problemas. É saber que tudo passa!

A próxima passagem eu destaquei simplesmente porque achei muito bonita:

“As palavras se agitavam no meu cérebro como beija-flores, renovando o ar dentro de mim” (p.173)

Gostei dessa imagem das palavras como beija-flores e como algo que renova o ar, que traz vida.

Por fim, uma passagem que também é muito bonita:

“Algumas pessoas te tratam bem só porque gostam de você” (p.196)

Não é gostoso saber quem existem pessoas que nos tratam bem sem segundas intenções, pelos simples fato de que gostam realmente de nós? Para Elise, a protagonista do livro de onde saíram essas citações, isso parecia impensável, afinal, ela era uma jovem que a vida inteira sofrera bullying e que finalmente estava descobrindo que poderia ter amigos também.

Citações #11 — A lógica inexplicável da minha vida

Chegou a vez de trazer mais algumas passagens de A lógica inexplicável da minha vida, de Benjamin Alire Sáenz. O livro foi publicado em 2017, no Brasil, pela Editora Seguinte. Trata-se de um livro que simplesmente conquistou meu coração, pois, como eu disse em minha resenha, ele aborda uma infinidade de temas e sentimentos tão nossos. Sobre esse assunto, porém, acabei deixando de lado uma passagem que achei muito bonita:

“O interessante das lágrimas é que elas podem ser silenciosas como uma nuvem flutuando por um céu deserto” (p.21)

Eu quase sempre trago uma passagem sobre lágrimas ou choro aqui, né? É que eu ainda acho que subestimamos muito essa nossa maneira de transbordar alguns sentimentos que carregamos dentro de nós…

Outra citação que acabei deixando de fora da minha resenha foi:

“Palavras só existem na teoria. E então, um dia qualquer, você encontra uma palavra que só existe na teoria e fica cara a cara com ela. E aí essa palavra se torna alguém que você conhece” (p.25)

Pode não parecer para quem não leu o livro e está vendo essa passagem solta assim, mas ela fala, principalmente (e novamente), sobre a descoberta de sentimentos; sobre sentir na pele o preconceito, o medo de algo, o amor, a amizade; sobre entender certos mecanismos da vida e passar a conviver com eles.

Aliás, o fato do autor destacar tanto o poder das palavras foi algo que realmente me encantou ao longo de A lógica inexplicável da minha vida. Eu já disse isso aqui algumas vezes, mas sempre gosto de repetir: palavras possuem força. Elas são capazes de machucar, de curar, de transformar. Por isso temos sempre de tomar cuidado com o que falamos por aí!

Gostou dessas passagens? Então não deixe de conhecer esse livro maravilhoso:

Citações #10 — A arte de ler

E hoje trago mais algumas citações de A arte de ler, escrito por Michèle Petit e publicado no Brasil em 2010 (2º edição) pela Editora 34. Em minha resenha eu comentei sobre o fato da autora nos apresentar a importância da leitura sob diversas perspectivas, dentre elas, a de nos ajudar em nosso caos interior:

“Hoje, é possível dizer que o mundo inteiro é um espaço em crise” (p.20)

A autora também nos mostra algumas especificidades da leitura:

“A leitura é uma arte que se transmite, mais do que se ensina” (p.22)

É por isso que pais leitores despertam com muito mais facilidade em seus filhos o hábito da leitura. É o famoso “ensinar pelo exemplo”.

Mas ainda sobre as especificidades da leitura:

“Assim a leitura se mostra paradoxal, permitindo ao mesmo tempo uma escapada solitária e encontros” (p.80)

Ler é algo imensamente prazeroso para aqueles que cultivam esse hábito porque querem. Mais que isso, como pudemos notar com esses trechos, é algo que nos ajuda, que nos transforma e que nos salva. Segundo Michèle Petit, ler também faz com que a gente fale. E sou obrigada a concordar com isso, afinal, ter esse blog é uma maneira de falar, de me colocar no mundo e de me apresentar aos outros.

“Ler faz com que as crianças, adolescentes, as pessoas idosas falem por si mesmos, ou uns com os outros” (p.103)

Por fim, deixo uma pergunta feita pela autora. Adoraria ler as respostas de vocês…

“Quais são, com efeito, os textos que ajudam a viver em tempos difíceis?” (p.174)

E então, que livros/textos já te ajudaram em tempos difíceis?

Citações #9 — Diário de escola

O livro da vez é Diário de Escola, escrito por Daniel Pennac. Li a edição em italiano (Diario di scuola) publicada em 2017 (10º edição) pela editora Universale Economica Feltrinelli. Tentarei colocar as citações em português, torcendo para que a minha tradução consiga abarcar o significado de cada trecho que destaquei.

Esse é o primeiro livro que aparece aqui no Citações e que tem, também, a resenha completa no blog. Em minhas resenhas costumo colocar algumas passagens do livro, mas são diferentes das que trarei aqui.

Como eu comentei na resenha, neste livro, Pennac fala sobre os alunos que são considerados maus alunos, falando com propriedade, por ter sido um deles. É por isso que ele consegue nos transmitir o quão difícil e solitário é para uma criança que é considerada burra ou um fracasso escolar.

“Experimentei cedo o desejo de fugir. Para onde? Não sei bem. Digamos que fugir de mim mesmo e, ao mesmo tempo, dentro de mim” (p.25)

“Quando uma pessoa sente que não pertence a nada, tende a fazer juramentos a si mesma” (p.30)

O autor nos mostra o quanto há de incompreensão por parte dos que ensinam ou não são maus alunos.

“Falar a eles do que está por vir significa pedir que meçam o infinito com uma régua” (p.74)

Por outro lado, ele é a prova viva de que tudo passa e que as coisas tomam seus devidos rumos com o passar dos anos.

“As coisas nunca acontecem como prevemos, mas uma coisa é certa: nós nos tornamos” (p.84)

Daniel Pennac foi de mau aluno a um grande professor e escritor. Destaco ainda  passagens que trazem esse lado dele, o lado adulto que superou as dificuldades da infância:

“Uma boa classe não é regimento que marcha cadentemente, é uma orquestra que experimenta a mesma sinfonia” (p.107)

[Claro que eu não deixaria de lado esse trecho em que o autor faz uma comparação da sala de aula com uma orquestra. É um dos trechos mais lindos do livro (ou talvez eu seja suspeita para falar por adorar colocar música em tudo)].

Mas voltando ao lado professor, Pennac, por ter tido suas dificuldades como estudante, consegue aplicar métodos interessantes em sala de aula. Um deles é saber jogar com a matéria, transformando o aprendizado em diversão, como podemos perceber com esta última passagem que trago a vocês:

“E além do mais, brincar com a matéria é uma maneira, como tantas outras, de se acostumar a dominá-la” (p.131)

Gostou desses trechos? Então não deixe de conhecer a versão brasileira na íntegra!

Citações #8 — Sonhos em Amarelo

Dia de trazer citações do livro Sonhos em Amarelo, escrito por Luiz Antonio Aguiar e publicado pela editora Melhoramentos. Nesta obra, o autor nos apresenta Camille Roulin, um garoto que esteve perto de Vincent van Gogh no período em que este pintou seus quadros mais famosos. E quem já se interessou minimamente por van Gogh sabe que a vida dele não foi nem um pouco fácil. É por isso que esse livro, por menor que seja, tem tanto a nos ensinar. A começar pelo fato de que…

“Tudo na natureza tem seu tempo” (p.14)

Sim, TUDO tem seu tempo. A gente se estressa, se descabela, chora, quer fugir, mas a realidade é que cada coisa tem seu tempo e o que deu errado hoje pode dar certo amanhã. Por isso, precisamos sempre respirar fundo, levantar a cabeça e seguir.

E sobre dificuldades, aliás, quem não as tem? Mas pior que as ter é guardá-las somente para si e nunca pedir ajuda a ninguém quando, tenha certeza, ao menos uma pessoa ao seu redor seria capaz de te estender a mão.

“Não atino como alguém suportaria ficar olhando para dentro de uma dor dessas, sem tentar escapar” (p.112)

E algo que eu sempre acho bom lembrar é que devemos tomar cuidado com nossas palavras e ações. Nós nunca sabemos exatamente pelo que o outro está passando e o quanto podemos afetar (positivamente ou negativamente) uma pessoa. Palavras e ações matam.

“Talvez alguns de nós é que o tenhamos expulsado de vez desse mundo” (p.124)