Um amor para chamar de meu — versão física!

Você, leitor que me acompanha por aqui, lembra que este ano participei da organização de uma antologia de romance? Tenho novidades sobre ela, então se liga aqui! Mas antes, deixa só eu falar com quem acabou de chegar por aqui!

Você, leitor que ainda não me conhece, confira a minha resenha, meu post sobre o que aprendi organizando uma antologia e saiba mais também sobre o meu conto A língua do amor e depois volte aqui.

Agora que estamos todos no mesmo barco, continuemos: essa antologia de capa incrível, vai ganhar sua versão física! Mas, para isso, precisamos conseguir vender ao menos 50 exemplares na pré-venda. Parece muito? Minha gente, isso vai é esgotar. Então não deixe de adquirir o seu logo, viu?

Como funciona essa tal pré-venda?

É muito simples: ela estará aberta de hoje (01/07/2020) até o dia 31/07/2020, no site da Editora Lettre. Basta clicar aqui, selecionar a antologia “Um amor para chamar de meu”, adicionar ao carrinho e ir para o procedimento de finalização da compra. Indicamos que a melhor opção é a do próprio site (Wix) — e já vou explicar porque — ou, se preferir, você pode solicitar um boleto comigo (é só deixar um comentário aqui ou entrar em contato pela aba de contato do blog ou, se você já tem meu contato, me chamando direto).

Só isso?

Não não! Tenho uma surpresa para vocês, meus queridos leitores! Antes de finalizar a compra, adicionem no campo de cupom de desconto o seguinte cupom: TATIFRETEGRATIS para ter direito ao querido frete grátis (válido somente para endereços no Brasil). Quem solicitar boleto também terá direito ao frete grátis.

E que garantias vocês tem?

Independentemente da forma de pagamento que vocês escolherem, caso a pré-venda não seja bem sucedida (bate na madeira!) haverá estorno do valor aos compradores. Porém, para aqueles que optarem por pagar através do pag seguro ou mercado pago, há o desconto de administração dessas redes e, portanto, o valor estornado é um pouco abaixo do valor total pago. No caso de compras feito pela própria Wix ou por boleto, será devolvido o valor integral.

E então, o que está esperando para ir lá comprar o seu exemplar?

Sobre meu conto “A língua do amor”

Sobre meu conto _A língua do amor_

Quem me acompanha para aqui já deve estar cansado de saber que eu ajudei a organizar uma antologia, publicada esse ano, pela Editora Lettre. Além de fazer parte da organização, eu também escrevi um conto para compor a mesma, intitulado “A língua do amor”.

Mesmo tendo outros contos escritos (e mais um publicado), não me considero uma escritora. Não sei, me parece surreal dizer que eu faço parte desse mundo tão mágico e, ao mesmo tempo, tão árduo. Mas tenho recebidos feedbacks incríveis sobre meu conto e, confesso, a cada vez que vejo um elogio ou alguém dizendo que ele foi o preferido dentre todos, meu coração se enche de alegria. Depois de ver uma leitora dizendo que meu conto deveria virar livro (!!!), coisa que nunca pensei, quis vim contar um pouco mais sobre ele para vocês.

“A língua do amor” é narrado por uma menina espoleta e curiosa que adora brincar com seus vizinhos no playground do prédio em que mora. Ela fica intrigada, porém, quando chega um novo vizinho, que nunca desce para brincar com eles, ainda que fique espiando-os pela janela, enquanto eles gritam para que o menino se junte a eles.

Conversando com sua mãe, a narradora faz uma descoberta sobre Daniel — o tal vizinho que nunca desce para brincar com eles — que muda a sua vida e talvez a de muitas outras crianças da escola que ela estuda. Daniel é um garoto surdo e, por meio dele, tentei inserir um pouco desse universo na história, falando brevemente sobre a Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Comecei a aprender Libras em 2018. Desde então venho aprendendo muito mais que uma simples língua, mas também toda uma nova forma de enxergar o mundo. E isso certamente é uma tarefa que demanda muito tempo e que ainda me acompanhará por anos e anos.

Quando eu escrevi o conto eu o via assim, do jeitinho que ele foi publicado. Logo mudei de ideia, porém, quando uma amiga me questionou sobre o final. De início, não pensei outra maneira, mas refleti um pouco e existiam modos de fazê-lo diferente. Mas quando eu vi  sugestão de transformar o conto em livro meu primeiro impulso foi rir. Impossível, não há mais nada a contar! Mas há, sempre há. E aí, claro, várias ideias começaram a pipocar na minha mente. Será que um dia “A língua do amor” vira livro?

Retrospectiva 2019

Retrospectiva 2019

Como eu disse no Resumão de dezembro, sobrevivemos a 2019, agora definitivamente. Mas entre altos e baixo, alegrias e tristezas, não posso deixar de dizer que, por aqui, foi um ano bom. E em relação às leituras também.

Comecei o ano sem grandes pretensões, ainda que eu quisesse que o Blog pudesse sempre crescer mais e mais. E aí, mais para o final do ano, passei a me perguntar algumas coisas, vendo as estatísticas deste cantinho: será que eu conseguiria chegar em 200 seguidores aqui na plataforma, até dezembro? E em visitas, conseguiria atingir 10.000 durante o ano? Para minha surpresa, antes mesmo de dezembro começar, essas duas marcas foram atingidas e superadas (no final das contas, chegamos a mais de 215 seguidores e mais de 11.000 visitas). Que alegria!

Claro, são apenas números. Mas números que demonstram um imenso crescimento do Blog, principalmente em relação ao primeiro ano de vida dele. São números que me incentivam a seguir em frente e a tentar trazer cada vez mais um conteúdo de qualidade.

E, como o foco daqui são os livros, para trazer conteúdos eu preciso… Ler! E ler muito! E nesse quesito, 2019 foi, novamente, um ano de superação: o ano que mais li na vida! Foram 57 livros (publicados) ou, mais exatamente, 15 contos e 42 livros lidos.

Como de costume, não vou estabelecer metas para 2020. Espero, somente, poder continuar as incríveis trocas que o Blog me propicia e também espero poder crescer profissionalmente trabalhando com o que gosto: livros e língua e cultura italiana. E claro, não quero deixar de ir a eventos literários, que foram ótimos em 2019!

Aproveito essa retrospectiva para deixar um enorme obrigada aos paceiros e amigos que este Blog me deu. Em 2019 conheci muitos escritores incríveis e blogueiros maravilhosos e espero que 2020 continue assim!

 

Divagações: falando sobre números

Divagações_ conversando sobre números

Ando pensando em números e quem me conhece sabe o quanto isso pode ser estranho: veja bem, resolvi cursar Letras — dentre outros motivos, claro — para tentar fugir dos temidos números e agora estou aqui, mais presa que nunca a essa assunto.

Sim, números são importantes e eu não poderia viver totalmente sem eles, mas o problema é quando eles se tornam uma obsessão. E às vezes é assim que os vejo, não só de minha parte, mas na sociedade em geral.

O Instagram foi uma rede social que ajudou a fomentar esse debate sobre números, tanto é que, agora, não podemos mais ver quantas curtidas tem nas fotos dos outros. Mas ainda podemos acompanhar de pertinho o número de seguidores de cada um…

Sempre que me inscrevo para parcerias — com escritores ou editoras — também me pego pensando sobre essa importância que damos aos números, uma vez que sempre acabam pedindo algum tipo de estatística, seja número de seguidores, curtidas ou visualizações.

O problema é que isso vai se tornando um (péssimo) hábito. Eu perco as contas (olha os números aí, minha gente!) de quantas vezes clico nas estatísticas do Blog (diariamente) para ver como anda o movimento, e ainda compará-lo com o dia anterior, com a semana anterior e com o mês anterior. Também me pego vendo quantos seguidores tenho no Instagram, quanto livros eu já li e como está minha colocação na meta de leitura do Skoob. E, aos poucos, essa vício nos números vai se tornando doentio.

Isso sem contar o fato de que me preocupo com quantos passos dei no dia (e na semana e no mês) — já que meu celular faz o favor de contar por mim — com quantas horas durmo, com quantas garrafas de água bebi, com cada centavo que tenho em minha conta bancária. E, claro, ainda tinha de estar em um emprego onde quantidade é algo que importa muito.

Nada contra números, mas tudo contra esses hábitos insanos que tenho criado e cultivado. Vale mais fazer as coisas com qualidade do que em grandes quantidades. Mas, ainda que saber disso já seja um bom passo, sei que ainda tenho muito a melhorar (aceito dicas) e que, sem dúvidas, desacelerar é preciso.

Precisamos conversar sobre a Bienal

Precisamos conversar sobre a Bienal

Resolvi adiar todos os posts do Blog pelo “simples” fato de que precisamos conversar sobre o que aconteceu na 19º Bienal do Livro carioca, na última sexta-feira (acontecimento que teve seus desdobramentos sábado e domingo também, últimos dias do evento).

Caso você, leitor deste Blog, viva numa bolha maior que a minha (porque olha, nunca vi pessoa tão desinformada quanto eu!) e não saiba do que estou falando, explico: na sexta-feira (06/09) foi divulgado que na quinta-feira (05/09) o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, havia determinado que “Vingadores, a cruzada das crianças” fosse recolhido por conter a imagem de um beijo entre dois homens (imagem essa que eu talvez nunca tivesse visto se não fosse essa idea babaca, que teve como resultado a veiculação de tal imagem em diversas mídias). No mesmo dia, “fiscais da prefeitura” também foram à Bienal para identificar e lacrar livros “impróprios” (leia-se: livros LGBTQ+). Obviamente houve muita reação a esses absurdos e vale à pena dar uma pesquisada!

Diante de tudo isso eu não poderia ficar calada. Eu precisava ao menos vir desabafar (depois de baixar milhares de ebooks LGBTQ+). Meu último post aqui foi com  indicações de livros que falam sobre suicídio. E nesse post eu comentei que fiz isso porque sei o quanto livros são importantes, o quanto eles podem nos ajudar.

Ora essa, a mesma lógica serve para os livros LGBTQ+! Quantas pessoas que fogem do padrão imposto por uma sociedade retrógrada já não encontraram nos livros um refúgio, uma força pra seguir em frente, um consolo? E quantas pessoas que se encaixam no padrão imposto por uma sociedade retrógrada não puderam aprender com livros desse tipo, passando a respeitar e a ter empatia com os outros?

Vamos dizer que eu faço parte desse segundo grupo (pessoas que se encaixam no padrão imposto por uma sociedade retrógrada). E vamos dizer que eu confesso que, apesar da vontade, ainda não li muitos livros LGBTQ+. Garanto a vocês que um dos livros que mais me marcou na vida foi Menino de Ouro, que fala sobre intersexualidade, um assunto que até então eu praticamente desconhecia. E, além disso, a forma como a história é construída, nos faz pensar muito sobre questões de gênero e identidade. Outra leitura que mexeu muito comigo foi Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo.  Fico pensando quanto mais não posso aprender com outros livros LGBTQ+ que estão na minha lista de desejados (como Um milhão de finais felizes e Conectadas) e com aqueles que não estavam, mas que já adquiri (como No meu lugar e Querido ex,)?

Todo tipo de leitura/literatura é válida e só resta a nós, leitores, apoiarmos nossos escritores (nacionais e internacionais) e contribuir para que a literatura não sucumba à censura.

Aproveito e peço para que deixem nos comentários desse post indicações de livros LGBTQ+ que não podemos deixar de ler!

Um reconhecimento ao trabalho sério

Edição que veio com erro

Talvez você tenha estranhado o título desse post, mas ele é o exato resumo do que eu vim fazer aqui. Só que, antes de mais nada, preciso contar uma historinha para vocês. Vamos nessa?

No último natal eu ganhei um livro que queria muito ler. Bem, na verdade eu ganhei vários livros no final do ano passado, então esse livro em questão eu só peguei para ler em fevereiro desse ano. O livro era o “A redoma de vidro”, escrito por Sylvia Plath. A edição era da Biblioteca Azul, selo pertencente à Globo Livros. Pois bem, eu estava lendo tranquilamente o livro quando, de repente, ele pulou da página 32 para a página 65. Fiquei muito surpresa (e triste) na hora. Ainda fui olhar o restante do livro e, da página 65 ele seguia normalmente até a página 96 e voltava para uma página 65 para então ir normal até o final. Nada das páginas que deveriam existir entre a 32 e a 65.

Minha primeira medida foi enviar um email através do fale conosco da editora. No site, encontrei apenas um fale conosco geral, nada específico para o selo Biblioteca Azul. Esperei alguns dias e nada de retorno. Acabei fazendo alguns stories pelo Instagram do blog, mas sem retorno também. Depois de algum tempo, enviei um novo email pelo fale conosco da editora. Em seguida, resolvi tentar outros canais de contato da editora — já que obviamente eles devem receber milhares de emails diariamente e o meu provavelmente passaria desapercebido novamente —, enviando mensagem pelo twitter e pelo Facebook. E funcionou! Responderam minha mensagem no Facebook.

Mas… (toda história tem seu mas).

A pessoa que me respondeu disse que o livro estava esgotado na editora. Que azar!

Mas… (muitas histórias também têm o mas do final feliz).

A Globo Livros estava fazendo uma nova edição do livro e eu só precisava passar meu endereço para que eles enviassem um exemplar para mim quando ficasse pronto! Eu, já meio descrente da situação toda, passei meu endereço. Só que o livro ainda não estava pronto, aquele era um dos milhares canais de comunicação da Editora e eu era só mais um ser humano reclamando de algo na vida. De qualquer forma pensei em ficar de olho, quando soubesse do lançamento do livro, eu poderia entrar em contato de novo.

Algum tempo depois, vi que a editora anunciou a nova edição de “A redoma de vidro” e pensei “opa, o lançamento deve estar perto, preciso ficar de olho”. Não precisei. Sem que eu esperasse, o livro chegou em minha casa. Lindo, novinho e… COMPLETO!

E por que eu resolvi vir aqui contar tudo isso? Porque eu senti a necessidade de compartilhar essa história com vocês e agradecer à Globo Livros pelo atendimento. Em tempos de tanta reclamação, tanta crítica e tanta crise, é importante darmos valor a um trabalho bem feito, a um cuidado com os leitores. E que, ao invés de apontarmos apenas os erros, possamos aplaudir os acertos também.

Eu já li muitos outros livros dessa editora (aqui no blog mesmo tem resenha de um monte deles), publicados pelos mais variados selos dela e, por isso, fiquei surpresa com o erro de impressão do meu exemplar de “A redoma de vidro”. Porém a editora não me deixou na mão e eu só tenho a agradecer pelo excelente trabalho que eles realizam.

1 ano de Blog das Tatianices

1 ano de blog das tatianices

Há exatamente um ano eu decidi publicar meu primeiro post deste blog. Após ler A arte de ler e me sentir inspirada pelo livro e por meu namorado, resolvi voltar a ter um blog. Quem tem um blog sabe que nem sempre é fácil: é preciso ter comprometimento e tempo para trazer bons conteúdos aos nossos leitores. Eu já tive um blog antes desse, mas acabei desistindo dele no meu último ano de faculdade e há um ano comecei tudo do zero novamente.

Mas ali em cima eu falei dos leitores e são vocês que eu quero agradecer hoje. Se este blog, depois de um ano, continua firme e forte aqui é porque cada curtida, cada comentário, cada visita de vocês me lembra que eu não estou sozinha por aqui. E foi por isso que eu resolvi comemorar esse momento realizando o sorteio do livro O paraíso são os outros.

O vencedor do sorteio foi Lillian Ng e já entrei em contato por email, para que a pessoa possa receber o prêmio. Aos que participaram e não ganharam, continuem nos acompanhando aqui e no instagram, pois ainda teremos muitos outros sorteios e conteúdos.

Neste um ano de blog tivemos 96 posts, 347 comentários, 1063 curtidas e 43.658 palavras escritas aqui. E nada disso poderia ser real sem vocês. Obrigada!

E você quer saber como o sorteio foi realizado?

Primeiro criei um formulário no Google Forms e disponibilizei aqui no blog. Ele ficou disponível por cerca de 10 dias. Hoje, eu gerei uma planilha com as respostas (no google é super fácil, basta apertar um botãozinho e a planilha está pronta!) e usei o Sorteador para realizar o sorteio do número. Como nesse sorteio não havia regrinhas a serem seguidas, o primeiro número foi o vencedor. Super fácil e bacana!

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Sorteio de 1 ano do Blog das Tatianices

Sorteio de 1 ano de Blog!

Siiim, vocês leram certinho! Dia 12 deste lindo mês o Blog das Tatianices comemora 1 ano de vida e, para celebrar este momento, sortearei 1 (um) exemplar de O Paraíso são os Outros (Valter Hugo Mãe). Para concorrer vocês só precisam preencher este formulário.

O link ficará disponível até o dia 12/02, às 13 horas. O sorteio será realizado por volta das 14 horas do mesmo dia e entrarei em contato com vencedor por email (por isso, preencha esse campo com cuidado). Também divulgarei o resultado aqui no Blog.

Participem e divulguem!

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